Ação reúne equipes para facilitar o acesso a serviços públicos e ampliar oportunidades; subsecretária Lorena Zacarias destaca importância de levar cidadania para mais perto dos moradores.
A aproximação dos serviços públicos com quem mais precisa ganhou mais um capítulo com a realização de uma edição do Armazém da Cidadania Itinerante, iniciativa voltada para ampliar o acesso da população a direitos, informações e oportunidades.
A ação reuniu equipes preparadas para orientar e atender os moradores, concentrando diferentes serviços em um mesmo espaço e reduzindo distâncias que, muitas vezes, dificultam o acesso do cidadão às políticas públicas.
Entre as representantes presentes esteve Lorena Zacarias, subsecretária da Secretaria Especial de Cidadania da Prefeitura do Rio (SECID). Com trajetória também ligada à área de Direitos Humanos, Lorena acompanhou de perto as atividades e destacou nas redes sociais a proposta da iniciativa.
“Cidadania que chega até você! É o Armazém da Cidadania Itinerante levando serviços, direitos e oportunidades para mais perto da população”, publicou.
A proposta do formato itinerante é justamente fazer com que o poder público ultrapasse os limites dos equipamentos fixos e esteja presente nos territórios. A iniciativa busca facilitar o contato direto com os moradores, promover orientação e ampliar o conhecimento sobre serviços e direitos disponíveis.
As imagens da ação mostram equipes mobilizadas, atendimento ao público e participação dos moradores, reforçando o caráter de proximidade do projeto.
Para Lorena Zacarias, que atualmente ocupa a função de subsecretária da SECID e também traz em sua trajetória atuação na Secretaria de Direitos Humanos de Paracambi, iniciativas dessa natureza fortalecem uma política pública baseada na presença e no diálogo com a população.
Mais do que concentrar atendimentos, o Armazém da Cidadania Itinerante aposta na descentralização como instrumento para alcançar diferentes regiões da cidade e fazer com que informação, serviços e oportunidades cheguem efetivamente à ponta.
A iniciativa reforça uma ideia simples, mas fundamental para a administração pública: cidadania não deve esperar o cidadão chegar; o poder público também precisa ir até onde o cidadão está.





