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Rio das Ostras reestrutura acompanhamento de adolescentes

Por causa da pandemia, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social – Creas manteve as atividades remotas. A execução das medidas socioeducativas em meio aberto de adolescentes que estão em liberdade assistida ou de Prestação de Serviço à Comunidade – PSC não deixaram de acontecer durante a pandemia da Covid-19, mas precisaram passar por reformulação para manter o isolamento social.

Atualmente, a equipe do Centro de Referência Especializado de Assistência Social mantém as audiências on-line e os atendimentos foram espaçados de 15 em 15 dias, lembrando que antes eram mantidos semanalmente. O acompanhamento em todas as demandas do adolescente e sua família é feito remotamente via telefone ou videoconferência. As ações socioeducativas precisaram ser suspensas, bem como encaminhamento para cursos profissionalizantes.

A medida socioeducativa tem cunho pedagógico, que proporciona reflexões sobre a realidade e a reconstrução de um novo projeto de vida. A Lei 8069/1990, que dispõe sobre o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA, considera adolescente aquele que tem entre 12 e 18 anos incompletos. Para aqueles que cometem ato infracional grave a lei estende como adolescente até os 21 anos.

“São anos atuando com esta demanda e tantos desafios ainda a superar. O momento pede serenidade e criatividade para nos reinventarmos e não perdermos mais os nossos adolescentes. Infelizmente romper com rótulos e preconceitos é o maior dos nossos desafios”, disse Giselly Leão, coordenadora do Creas.

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