A candidata a deputada estadual Luciana Polati participou de uma caminhada pelas ruas do Distrito de Praia Seca, em Araruama, na Região dos Lagos, na tarde deste sábado (12). E logo depois esteve em um encontro que reuniu centenas de mulheres para conversar sobre os desafios enfrentados pela população feminina e a necessidade de ampliar as políticas públicas de proteção e auxílio para as mães atípicas.

Entre os assuntos abordados, um dos principais foi o combate à violência doméstica e ao feminicídio. Luciana Polati defendeu o fortalecimento de uma rede capaz de acompanhar a mulher desde o momento da denúncia, oferecendo proteção, assistência psicológica e social e locais seguros para acolher aquelas que não podem retornar para casa por estarem ameaçadas.

“Não basta uma mulher encontrar coragem para denunciar e registrar um boletim de ocorrência. O poder público precisa estar preparado para protegê-la depois da denúncia. Precisamos de uma rede integrada, com acompanhamento, acolhimento e espaços seguros para quem não pode voltar para casa. Uma denúncia não pode terminar apenas em um papel. Ela precisa resultar em proteção, porque estamos falando de salvar vidas e impedir que a violência doméstica termine em feminicídio”, destacou a candidata a deputada estadual Luciana Polati.

A candidata ainda afirmou que a defesa das mães atípicas e o enfrentamento ao feminicídio estão entre as bandeiras que pretende levar para a Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj).

“Ouvir essas mulheres e conhecer suas histórias reforça ainda mais a nossa responsabilidade. Políticas públicas que facilitem acesso aos laudos dos filhos das mães atipicas e de apoio às mulheres vítimas de violência precisam funcionar na prática, principalmente quando existe uma vida em risco”, ressaltou Luciana Polati.






