
Em 2025, o Brasil enfrentou um ambiente macroeconômico desafiador, marcado por incertezas no campo fiscal e pela limitada evolução de reformas estruturais. A percepção de risco associada à trajetória das contas públicas continuou a influenciar o ambiente de negócios, com impactos sobre a confiança dos investidores e a dinâmica dos fluxos de capital. No cenário internacional, a economia global manteve crescimento moderado, em meio a condições financeiras ainda restritivas e à intensificação das tensões geopolíticas.
Apesar desse cenário, o estado do Rio de Janeiro registrou desempenho favorável, impulsionado principalmente pela cadeia de petróleo e gás natural, além investimentos relevantes nas indústrias de transformação e na construção civil. O setor de serviços também se destacou, apoiado por um mercado de trabalho resiliente, pela expansão dos salários reais, bem como pelo fortalecimento do turismo e do comércio. Em 2025, o PIB fluminense avançou 3,7%, evidenciando a retomada e o dinamismo da economia estadual.
Para 2026, o ambiente econômico permanece desafiador, diante de sinais de maior protecionismo por parte do governo norte-americano e da manutenção de juros elevados no Brasil. Soma-se a esse cenário o agravamento dos conflitos envolvendo o Irã, com efeitos diretos sobre a volatilidade e a elevação dos preços do petróleo no mercado internacional. Ainda assim, a atividade econômica fluminense tende a ser impulsionada por investimentos expressivos no setor de petróleo e gás, além da ampliação de projetos de infraestrutura e saneamento. Nesse sentido, a projeção da Firjan indica um crescimento de 3,0% do PIB estadual no ano.
No âmbito dos investimentos, foram mapeados atualmente 1.882 projetos no território fluminense para o próximo triênio, totalizando cerca de R$ 327,6 bilhões, distribuídos por todas as regiões do estado e abrangendo diversos setores1. Foram categorizados como investimentos em andamento somente aqueles que já estão em curso ou a serem iniciados2. Desse montante, 25 projetos contam com participação direta de empresas estrangeiras, somando aproximadamente R$ 104,5 bilhões, o que corresponde a 31,9% do total estimado. Destacam-se, ainda, as iniciativas conduzidas pelo governo estadual, com projetos em diferentes estágios de maturidade em diversas regiões fluminenses. Ademais, ganham relevância os investimentos municipais em todo o estado, com previsão superior a R$ 38 bilhões para o triênio, com ênfase em projetos nas áreas de mobilidade urbana, saneamento, habitação, educação e saúde.
1Referência: Março/2026.
2Por exemplo, projetos que já tenham licenciamento ou linha de financiamento definidos.
O conjunto desses projetos, além de reforçar a competitividade do estado do Rio de Janeiro, deverá gerar oportunidades relevantes para a indústria fluminense, com impactos expressivos sobre o emprego e a arrecadação. Na fase de implementação, estima-se um contingente médio de aproximadamente 607 mil trabalhadores ocupados por ano, refletindo a intensidade das atividades de obras. Já na fase de operação, os empreendimentos deverão demandar cerca de 638 mil empregos para seu funcionamento, consolidando efeitos mais permanentes sobre o mercado de trabalho. Do ponto de vista fiscal, a arrecadação associada aos investimentos é estimada em R$ 6,4 bilhões durante a execução dos projetos e em aproximadamente R$ 3,8 bilhões ao ano na fase operacional, reforçando a relevância desses investimentos para a economia estadual ao longo do tempo.
Para ampliar a transparência e o acesso às informações, todos os investimentos contemplados neste estudo estão disponíveis para consulta em painel interativo: https://bit.ly/panorama26-28
Tabela 1. Investimentos em andamento para o RJ
Setor Energia Petróleo e Gás
Valor (R$ bilhões) 215,7
Participação 65,8 %
Infraestrutura (198,6) 41,0
Indústria de Transformação 25,6 12,5%, 7,8%
Desenvolvimento Urbano 20,3
Outros 6,2%, 25,0, 7,6%
Total 327,6
Elaboração Firjan
Distribuição setorial 100,0%
O Panorama dos Investimentos evidencia a importância do setor de Energia, que concentra R$ 215,7 bilhões em investimentos em andamento, correspondentes a 65,8% do total mapeado. Nesse contexto, sobressai o segmento de petróleo e gás natural, com aportes relevantes de empresas como Petrobras, Shell e Equinor voltados à exploração e produção, além da construção de unidades estacionárias de produção destinadas a campos localizados em território fluminense. No segmento de geração elétrica, destaca-se o programa de extensão da vida útil da usina nuclear Angra 1.
Em Infraestrutura, as concessões trarão um relevante fluxo de investimentos ao estado nos próximos anos. No total, o setor receberá cerca de R$ 41 bilhões em aportes ao longo do período. Destaca-se o início das obras de melhoria nas concessões rodoviárias mais recentes, como os projetos Rio–SP, que inclui a Presidente Dutra (BR-116) e a Rio–Santos (BR-101); o Rio–Valadares, que contempla as BR-116, BR-465 (antiga Rio–São Paulo) e BR-493 (Arco Metropolitano); além da nova concessão da BR-040 (Rio – Juiz de Fora). No âmbito do projeto Rio–SP, merecem destaque.
as intervenções na Serra das Araras, com a implantação de um novo traçado para a pista de subida, obra fundamental para ampliar a segurança viária e garantir maior fluidez ao transporte de cargas. O projeto prevê quatro faixas por sentido, com acostamentos e faixa de segurança, além da construção de 24 viadutos e duas rampas de escape na pista de descida. Vale destacar, ainda, a renovação da concessão ferroviária da Malha Sudeste, operada pela MRS Logística, os investimentos no novo terminal de minério de ferro no Porto de Itaguaí, nos terminais do Porto do Rio de Janeiro e a segunda fase do anel viário de Campo Grande.
Quanto à Indústria de Transformação, os investimentos somam cerca de R$ 25,6 bilhões, com destaque para PROSUB (Programa de Desenvolvimento de Submarinos da Marinha do Brasil), que compreende a construção de complexo industrial, produção de quatro submarinos convencionais e um de propulsão nuclear, consistindo no maior projeto nacional da Indústria de Defesa. Até o momento, três submarinos convencionais já foram incorporados à frota da Marinha: Riachuelo, Humaitá e Tonelero. O quarto submarino convencional, o Almirante Karam (antigo Angostura), foi lançado à água em novembro de 2025. Já o lançamento do primeiro submarino brasileiro com propulsão nuclear, o Álvaro Alberto, está previsto para 2034.
No âmbito da iniciativa privada, destacam-se diversos investimentos industriais distribuídos por diferentes municípios do estado. Entre eles, sobressai a construção de uma planta de derivados (lubrificantes) no Complexo de Energias Boaventura, em Itaboraí, com investimentos estimados em aproximadamente R$ 4,6 bilhões, a serem realizados pela Petrobras, bem como o projeto Transforma Rio, da Braskem, que prevê aportes de R$ 4,2 bilhões para a ampliação da capacidade de produção de polietileno em sua unidade em Duque de Caxias.
Adicionalmente, também se observam investimentos relevantes de grandes empresas, como a Stellantis, em Porto Real, a CSN, em Volta Redonda, entre outros.
Em Desenvolvimento Urbano, os investimentos somam cerca de R$ 20,3 bilhões, sobressaindo os aportes a serem realizados pelas concessionárias na área de saneamento, com a meta de universalizar os serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário em 49 municípios fluminenses ao longo de doze anos. Esses aportes são resultado da concessão da Cedae, estruturada em quatro blocos regionais. As empresas vencedoras foram a Águas do Rio (Blocos 1 e 4), a Iguá Saneamento (Bloco 2) e Águas do Brasil (Bloco 3), que passaram a operar os serviços com compromissos robustos de investimento em infraestrutura e metas de desempenho. Espera se, com isso, a ampliação do acesso à rede de esgoto, a redução das perdas de água e a melhoria da qualidade dos serviços prestados, gerando impactos positivos na saúde pública, na preservação ambiental e na qualidade de vida da população.
O estado do Rio de Janeiro também tem atraído investimentos em Outros Setores, que somam cerca de R$ 25 bilhões, com destaque para a área da saúde, especialmente por meio de projetos estruturantes como a PPP do Hospital Souza Aguiar e as reestruturações dos hospitais federais Cardoso Fontes e Andaraí, na capital, além de intervenções em unidades hospitalares no interior, no âmbito do Programa de Apoio Integral aos Hospitais do Interior (PAHI), do governo estadual. Na área de segurança pública, também estão previstos aportes relevantes, voltados à modernização e reforma de batalhões da Polícia Militar e de delegacias em diferentes regiões do estado.
Distribuição regional dos investimentos confirmados
Para os próximos anos, todas as regiões do estado do Rio de Janeiro3 serão contempladas com investimentos relevantes, que variam em natureza e abrangência. Destacam-se, pelo volume de recursos, os projetos de Petróleo e Gás em águas fluminenses (offshore), além dos investimentos que impactam simultaneamente diferentes áreas do estado4.
No Leste Fluminense, são previstos investimentos da ordem de R$ 28,4 bilhões, com destaque para a construção de uma planta de derivados (lubrificantes) no Complexo de Energias Boaventura e iniciativas conduzidas pelas prefeituras, como Saquarema, com projetos de construção e reforma de unidades de ensino; Maricá, com aportes em saneamento voltados à implantação de redes coletoras de esgoto em diversos distritos; e Niterói, com projetos voltados à mobilidade urbana.
Na capital, estão previstos investimentos de aproximadamente R$ 19,7 bilhões, com destaque para o Projeto Imagine, que contempla a implantação de um parque temático e de um complexo integrado de lazer, esporte, cultura e negócios. Também se sobressaem a construção da nova sede do consulado dos Estados Unidos, a segunda fase do anel viário de Campo Grande, a conclusão da estação Gávea do metrô, além de aportes em obras de urbanização e mobilidade urbana realizados pela prefeitura.
No Sul Fluminense, cerca de R$ 12,9 bilhões serão investidos, com destaque para o programa de extensão da vida útil de Angra 1. Em Piraí, destaca-se o projeto Nova Era AI Energy Hub, um complexo integrado voltado à produção de energia e ao processamento de dados. Além disso, estão previstos investimentos privados relevantes no município de Porto Real, pela Stellantis, e em Volta Redonda, pela CSN, voltados à modernização da Usina Presidente Vargas.
No Norte Fluminense, os recursos totalizam cerca de R$ 12,8 bilhões, com destaque para os investimentos da Eneva no Terminal Portuário de Macaé (Tepor) e para o Complexo Logístico Farol/Barra do Furado, em Quissamã, que prevê a implantação de terminal portuário e estaleiro voltado à reciclagem de embarcações.
Em Nova Iguaçu e Região, investimentos confirmados totalizam o montante de aproximadamente R$ 11,4 bilhões, com destaques para o PROSUB e investimentos no terminal do Porto de Itaguaí (ITG02). Em Caxias e Região são previstos investimentos da ordem de R$ 8,3 bilhões, com destaque para expansão das fábricas da Braskem e da Reduc, além de obras nas áreas de saneamento, habitação e infraestrutura, conduzidas pelas prefeituras locais.
No Noroeste Fluminense, aproximadamente R$ 1,1 bilhão será destinado a diversas obras, com destaque para projetos de universalização dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário, conduzidos pela CEDAE nos municípios de Itaperuna, Laje do Muriaé e Varre-Sai, e pela concessionária do município Santo Antônio de Pádua. Também se destacam as iniciativas de reforma e ampliação de unidades hospitalares em diferentes municípios da região. No Centro Norte Fluminense, cerca de R$ 890 milhões serão investidos em projetos voltados às áreas de 3 A divisão regional do estado do Rio de Janeiro está disponível no Anexo 1.
4 Os projetos que contemplem mais de uma região serão classificados como multirregionais.
mobilidade urbana, educação e saúde, conduzidos por prefeituras da região, como Nova Friburgo, Cantagalo e Cachoeiras de Macacu.
Na região Serrana, ocorrem investimentos de cerca de R$ 880 milhões em projetos de infraestrutura e habitação conduzidos pelo governo estadual nos municípios de Petrópolis e Teresópolis. Somam-se a esses aportes os investimentos previstos nos serviços de saneamento e esgotamento sanitário, a serem realizados pela concessionária no município de Teresópolis. No Centro-Sul Fluminense, mais de R$ 840 milhões serão investidos, com destaque para hotel Colline de France, além de obras de infraestrutura em Miguel Pereira, São José do Vale do Rio Preto e Paty do Alferes, bem como investimentos na área de saúde de diversos municípios da região.
Tabela 2. Distribuição regional dos investimentos
Região
Leste Fluminense Valor (R$ milhão) Participação
28.416 8,7%
Capital 19.672 6,0%
Sul Fluminense 12.893 3,9%
Norte Fluminense 12.799 3,9%
Nova Iguaçu e Região 11.375 3,5%
Caxias e Região 8.308 2,5%
Noroeste Fluminense 1.097 0,3%
Centro-Norte Fluminense 890 0,3%
Serrana 879 0,3%
Centro-Sul Fluminense 839 0,3%
Offshore 197.621
Multirregional 32.794
Total 327.583
Elaboração Firjan
Investimentos potenciais e perspectivas futuras
Além dos investimentos em andamento, observa-se um conjunto relevante de projetos potenciais no estado, assim classificados em função das incertezas que ainda cercam sua efetivação, como questões relacionadas ao licenciamento ou à estruturação de financiamento. Embora não possuam, até o momento, um cronograma definido de implantação, tais iniciativas devem permanecer no radar de investidores e do setor produtivo fluminense, diante de seu elevado potencial de impacto sobre a economia do Rio de Janeiro. Nesse contexto, foram mapeados 79 projetos, que somam aproximadamente R$ 198,7 bilhões em investimentos potenciais.
No setor de energia, destaca-se a Usina Nuclear de Angra 3, empreendimento de grande escala que, quando concluído, deverá ampliar de maneira significativa a oferta de energia limpa e estável no país, contribuindo para a segurança energética e para o fortalecimento de uma matriz elétrica de baixa emissão de carbono.
Adicionalmente, sobressaem projetos estruturantes no município de São João da Barra, voltados à implantação de usinas eólicas offshore, termelétricas (GNA III e IV), Usina de hidrogênio verde e Usina solar. Também estão previstos aportes em usinas termelétricas nos municípios de Macaé (NF II) e Itaboraí (Boaventura I e II). Caso venham a se concretizar, esses empreendimentos tendem a expandir de forma expressiva a capacidade de geração elétrica do estado, reforçando sua posição como polo estratégico do setor energético nacional.
No campo da infraestrutura, destacam-se projetos de grande relevância, como o Anel Ferroviário do Sudeste (EF-118), ferrovia estratégica destinada a integrar portos e polos industriais da região Sudeste. A implantação desse novo trecho deverá promover ganhos de eficiência logística no comércio exterior, viabilizando a atração de cargas provenientes do Centro-Oeste e do interior de Minas Gerais para os portos fluminenses, ampliando a capacidade logística estadual, estimulando novos investimentos e fortalecendo a competitividade regional. Também merecem destaque a construção do Terminal de Ponta Negra (TPN), conhecido como Porto de Jaconé, o arrendamento dos terminais RDJ06A (granel líquido), no Porto do Rio de Janeiro, e do terminal ITG03, destinado à armazenagem de granéis minerais sólidos, no Porto de Itaguaí. Soma-se a isso a possibilidade de prorrogação da concessão da Ferrovia Centro-Atlântica, que pode contribuir para impulsionar ainda mais os investimentos previstos para o estado.
Conclusão
O Panorama dos Investimentos 2026–2028 revela a intensidade e a amplitude dos investimentos previstos para o estado do Rio de Janeiro, indicando um ambiente favorável às perspectivas de expansão econômica nos próximos anos. A materialização de projetos de grande porte, aliada ao avanço em segmentos estratégicos e a interiorização dos investimentos, reforça o protagonismo do estado no cenário nacional.
O Rio de Janeiro tem fortalecido sua posição como referência no setor energético e como importante plataforma logística do país, com ênfase na cadeia de petróleo e gás, no desenvolvimento de fontes renováveis e na ampliação da integração entre diferentes modais de transporte. Soma-se a isso a presença de alguns dos principais projetos em andamento no Brasil, como o Programa de Desenvolvimento de Submarinos (PROSUB) e as iniciativas de saneamento decorrentes da concessão da Cedae.
Entraves logísticos históricos, a exemplo das regiões da Serra das Araras e da Serra de Petrópolis, vêm sendo progressivamente superados, contribuindo para o fortalecimento de corredores estratégicos de escoamento da produção. Destaca-se também uma notável diversidade dos investimentos, tanto setorial, abrangendo energia, indústria de transformação, infraestrutura, saneamento e saúde, quanto territorial, alcançando diferentes regiões fluminenses.
Por fim, o estudo aponta ainda um conjunto de investimentos potenciais, que, embora não confirmados, apresentam elevado potencial de impacto econômico. Entre eles, destacam-se a possível retomada das obras da usina nuclear de Angra 3, a implantação do Terminal de Ponta Negra (TPN) e o desenvolvimento do Anel Ferroviário do Sudeste (EF-118). A concretização desses projetos poderá ampliar de forma significativa a capacidade produtiva e a competitividade do estado do Rio de Janeiro no contexto nacional.

Anexo 1. Regiões e municípios do estado do Rio de Janeiro (Classificação Firjan)
Capital: Rio de Janeiro (27)
Caxias e Região: São João de Meriti (28), Belford Roxo (29), Duque de Caxias (30), Magé (31), Guapimirim (32)
Centro-Norte Fluminense: Sumidouro (43), Duas Barras (44), Carmo (45), Cantagalo (46), Cordeiro (47), Macuco (48), São Sebastião
do Alto (49), Santa Maria Madalena (50), Trajano de Moraes (51), Bom Jardim (52), Nova Friburgo (53), Cachoeiras de Macacu (54)
Centro-Sul Fluminense: Miguel Pereira (35), Paty do Alferes (36), Paraíba do Sul (37), Comendador Levy Gasparian (38), Três Rios
(39), Areal (40), São José do Vale do Rio Preto (41), Sapucaia (42)
Leste Fluminense: Itaboraí (55), São Gonçalo (56), Niterói (57), Maricá (58), Tanguá (59), Rio Bonito (60), Saquarema (61), Araruama
(62), Iguaba Grande (63), Arraial do Cabo (64), São Pedro da Aldeia (65), Armação dos Búzios (66), Cabo Frio (67), Silva Jardim (68),
Casimiro de Abreu (69), Rio das Ostras (70)
Noroeste Fluminense: Itaocara (80), Aperibé (81), Santo Antônio de Pádua (82), Cambuci (83), São José de Ubá (84), Miracema (85),
Laje do Muriaé (86), Itaperuna (87), Natividade (88), Porciúncula (89), Varre-Sai (90), Bom Jesus do Itabapoana (91), Italva (92)
Norte Fluminense: Macaé (71), Conceição de Macabu (72), Carapebus (73), Quissamã (74), Campos dos Goytacazes (75), São João da
Barra (76), São Francisco de Itabapoana (77), Cardoso Moreira (78), São Fidélis (79)
Nova Iguaçu e Região: Mangaratiba (18), Itaguaí (19), Seropédica (20), Paracambi (21), Japeri (22), Queimados (23), Nova Iguaçu (24),
Mesquita (25), Nilópolis (26)
Serrana: Teresópolis (33), Petrópolis (34)
Sul Fluminense: Paraty (1), Angra dos Reis (2), Rio Claro (3), Piraí (4), Pinheiral (5), Volta Redonda (6), Barra Mansa (7), Quatis (8),
Porto Real (9), Resende (10), Itatiaia (11), Valença (12), Barra do Piraí (13), Mendes (14), Engenheiro Paulo de Frontin (15), Vassouras
(16), Rio das Flores (17)
Fonte 2026-03 – Panorama dos Investimentos_1.pdf




