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Operação de Ordenamento é realizada nas Praias de João Fernandes e João Fernadinho

A Prefeitura de Búzios, por meio da Secretaria de Ordem Pública, deu iniciou na quinta-feira (07) uma ação de ordenamento nas praias de João Fernandes e João Fernandinho. Fiscais de Postura percorreram a extensão das praias notificando e orientando os quiosqueiros e ambulantes sobre as novas normas de ordenamento.

Na ação foi passada a orientação para os donos de quiosques sobre a quantidade máxima de jogos de mesas. Na nova regra ficou estabelecido que cada barraca, quiosque ou restaurante só pode trabalhar com no máximo 10 jogos de mesas, que devem ser colocados aos poucos, de acordo com a demanda dos clientes.

Pelo regulamento, após a notificação caso o descumprimento continue, o estabelecimento será multado, podendo perder a licença em caso de recorrência e ter os materiais apreendidos. Para denúncia de funcionamento irregular a população deve entrar em contato com o telefone da Secretaria de Posturas pelo: (22) 2623-4950.

Reivindicação antiga

O ordenamento é antiga reivindicação de visitantes e banhistas, como publicado pelo Tribuna dos Municípios, na edição nº2067, da última terça-feira (05). Segundo denúncias, a falta de fiscalização facilitava uma série de irregularidades no canto direito da praia, como a montagem de restaurantes improvisados na areia pelos barraqueiros, loteamento do espaço com mesas e devastação do local com diversas pranchas de surf.

“Estão devastando o meio ambiente com as pranchas. O canto direito da praia de João Fernandes estão puxando energia provavelmente de algum poste para aluguel de boias infláveis”, denunciou um leitor que não quis se identificar.

Outra reclamação constante são os aluguéis de mesas e cadeiras. “João Fernandes tem o mar tranquilo e é bastante agradável. Estava consideravelmente vazia, mas tem muitos ambulantes e barracas. Na primeira barraca cobraram 50 reais pelo aluguel de duas cadeiras e uma barraca. Andamos 100m e a próxima não cobrava nada desde que houvesse consumação, sem valor mínimo”, conta Milena Ponte.

“Não tem um espaço para as pessoas que não querem adquirir cadeiras e guarda sol dos quiosques. A praia foi monopolizada pelos vendedores”, fez coro Juliana Góes.

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