
Para o governador fluminense, a comenda exalta o trabalho das forças do Governo do Estado, especialmente a Operação Contenção, empreendida nos complexos do Alemão e da Penha e que resultou em 121 mortes.
Segundo Castro, a ação teria devolvido a esperança à população, e demonstrado que o Estado não tolerará domínio territorial por criminosos. “A Operação Contenção no Rio de Janeiro devolveu ao cidadão de bem a esperança”, teria dito o governador, segundo a Tupi.
A medalha foi criada em 1991 para homenagear “personalidades, civis e militares, e instituições, públicas e privadas, que tenham contribuído para o maior brilho do Batalhão ou, de algum modo, prestado relevantes serviços ao Estado de São Paulo e a seu povo”, segundo o texto legal, conforme reportou a Folha de São Paulo.
Durante a solenidade, o governador de São Paulo elogiou a operação e disse que ela representava um marco no combate ao crime organizado. Tarcísio de Freitas disse ainda que a iniciativa deixou claro que não há territórios onde o Estado não possa entrar. Freitas afirmou que, com a megaoperação policial, o Rio “deu um basta”; gerabndo um impacto nacional.
Entre os 67 homenageados com a medalha estavam o secretário de Segurança Pública do Rio, Victor Santos; e o comandante do Bope, tenente-coronel Marcelo Corbage.
Operação Contenção
A megaoperação, realizada na Zona Norte carioca, mobilizou 2,5 mil policiais civis e militares, que puseram em prática um planejamento de 69 dias, embasado em um ano de investigação.
Atualmente, o Governo do Rio empreende a Operação Barricada, para remover barreiras instaladas por facções e garantir circulação de pessoas e veículos nas comunidades beneficiadas. A Barricada já está em sua segunda semana e avança por comunidades do Rio, São Gonçalo, São João de Meriti e Duque de Caxias.




