
O Carnaval do Rio de Janeiro deixou definitivamente de ser apenas a maior festa popular do planeta. Em 2026, a Marquês de Sapucaí se firma como uma verdadeira engrenagem de luxo, negócios, branding e projeção internacional, transformando a folia em um produto premium de exportação.
À frente da LIESA, Gabriel David lidera uma fase de profissionalização histórica. A gestão estratégica vem atraindo CEOs, investidores, marcas globais e influenciadores internacionais, posicionando o desfile das escolas de samba no mesmo patamar de grandes eventos mundiais como a Fórmula 1 e as semanas internacionais de moda. O Carnaval passa a ser visto não apenas como espetáculo cultural, mas como ativo econômico e plataforma de relacionamento.
Essa revolução também se reflete nos camarotes, que vivem uma nova geração de comando e gestão empresarial. No Camarote N1, Antônio Oliva assume protagonismo e dá continuidade a um legado de exclusividade e alto padrão. Já no Camarote Alma, Guga Pereira aposta na fusão entre samba, experiência sensorial e circuito eletrônico, ampliando o conceito de entretenimento premium.
No Camarote Alegria, Guilherme Vianna mantém a vibração carioca como marca registrada, unindo descontração e organização de alto nível. Enquanto isso, Santiago Vieira, à frente do Nosso Camarote, representa essa nova safra de empresários que entendem o Carnaval como plataforma estratégica de negócios e hospitalidade de excelência.
O resultado é um impacto econômico bilionário, hotéis com ocupação máxima e uma cadeia produtiva que movimenta turismo, moda, gastronomia, tecnologia, mídia e serviços. O Rio prova que, ao profissionalizar sua alegria, transforma cultura em ativo global.

Mais do que festa, o Carnaval 2026 consolida o Brasil como líder no mercado internacional de entretenimento, mostrando que tradição e inovação podem caminhar juntas na mesma avenida.




