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Fiscalização Interdita Três Estabelecimentos em Cabo Frio

Fiscalização na Praia do Peró

Uma operação de fiscalização conjunta ocorreu na quarta-feira (7), na orla da Praia do Peró, em Cabo Frio, resultando na interdição de três estabelecimentos. A ação envolveu equipes de diferentes setores da administração municipal, incluindo a Fiscalização de Posturas, Defesa Civil, Vigilância Sanitária e Procon Municipal, que atuaram em conjunto com a Comsercaf.

Durante a operação, os profissionais avaliaram as condições sanitárias, segurança, documentação e uso adequado da área pública. O foco principal foi garantir que os estabelecimentos cumprissem as normas estabelecidas para proteger a saúde e segurança dos frequentadores da praia.

Irregularidades Encontradas

A Vigilância Sanitária desempenhou um papel crucial, realizando três interdições efetivas.

Entre as irregularidades detectadas, estavam alimentos vencidos, produtos sem identificação de validade adequada, e equipamentos de armazenamento com falhas de higiene. Os fiscais também encontraram embalagens impróprias para a conservação dos alimentos.

Além disso, a segurança dos quiosques foi analisada, destacando problemas como extintores vencidos e fiação exposta. O Procon Municipal verificou as mercadorias disponíveis, coletando produtos em situação irregular, e observou que alguns cardápios informavam a cobrança de taxa de serviço sem deixar claro que a cobrança era opcional.

Ações Complementares de Fiscalização

A Fiscalização de Posturas verificou a regularidade documental dos estabelecimentos, apreendendo mesas, cadeiras e outros itens utilizados irregularmente na área pública.

A Defesa Civil, por sua vez, analisou as condições estruturais dos quiosques e as instalações de gás, identificando áreas críticas em dois estabelecimentos relacionados ao armazenamento de botijões de gás.

No total, 12 dos 17 quiosques existentes na Praia do Peró foram vistoriados, e a operação destacou a importância de garantir a segurança e a regularidade no uso do espaço público.

A reportagem buscou contatar os responsáveis pelos estabelecimentos interditados para obter um posicionamento, mas até o momento não houve retorno. O espaço permanece aberto para possíveis manifestações dos envolvidos.

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