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China rejeita acusações de trabalho forçado e critica novas tarifas propostas pelos EUA

Investigação do governo americano apontou falhas de 60 países contra trabalho forçado; em resposta, Washington propõe tarifa adicional de 12,5% sobre importações.

Por Redação g1, g1 — São Paulo

A China afirmou nesta quarta-feira (3) que se opõe a tarifas “unilaterais” e negou acusações de uso de trabalho forçado, após os Estados Unidos proporem novas tarifas sobre importações de cerca de 60 economias.

Nesta terça-feira (2), uma investigação dos EUA concluiu que esses países, entre eles China e Brasil, falharam em proibir e fiscalizar importação de mercadorias produzidas com trabalho forçado. Como resposta, o governo americano propôs a aplicação de tarifas adicionais de 12,5% sobre todos os produtos desses países.

Em resposta, o governo chinês rejeitou as alegações e afirmou que não há base para as acusações feitas por Washington.

Reação da União Europeia

A Comissão Europeia afirmou nesta quarta-feira que as tarifas comerciais propostas pelos Estados Unidos são injustificadas e reiterou seu compromisso com o acordo comercial firmado com Washington no ano passado.

“A UE considera injustificadas as tarifas impostas por esses motivos”, disse um porta-voz. “Do lado da UE, estamos no caminho certo para garantir a implementação dos compromissos tarifários de nossa Declaração Conjunta até o final de junho.”

*Com informações da Reuters

Fonte https://g1.globo.com/economia/noticia/2026/06/03/china-rejeita-acusacoes-de-trabalho-forcado-e-critica-novas-tarifas-propostas-pelos-eua.ghtml

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