
A iniciativa, que segue uma tendência do mercado de levar projetos mais estruturados para áreas fora do eixo tradicional da cidade, vem sendo implantado na área de aproximadamente 378 mil metros quadrados. O complexo, que já tem suas obras iniciadas desde o ano passado, tem potencial para receber até 24 mil moradores. O primeiro condomínio, o Residencial Bálsamo, foi lançado em 2025 e já tem a maior parte das unidades comercializada. Em março, a MRV iniciou a construção do segundo empreendimento, batizado de Ipê Amarelo.
Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de R$ 1 bilhão, o empreendimento se enquadra nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e está planejado com 16 condomínios.

Modelo de bairro aberto
O Cidade Sete Sóis adota o conceito de bairro aberto, com integração ao entorno e desenvolvimento por fases, modelo comum em projetos desse porte. A proposta é combinar moradia com infraestrutura urbana, incluindo áreas verdes, espaços públicos e oferta de serviços, em um processo que se estende ao longo dos anos e vai sendo ajustado conforme a ocupação avança.
O projeto, segundo a construtora, também incorpora elementos associados às chamadas cidades inteligentes, com foco em mobilidade, sustentabilidade e organização do espaço urbano. Um dos eixos é o conceito de “cidade de 15 minutos”, que prevê acesso a comércio, lazer e serviços essenciais em deslocamentos curtos, reduzindo a dependência de longos trajetos diários.
Além das unidades residenciais, o empreendimento inclui uma estrutura interna de apoio ao cotidiano. O Ipê Amarelo, por exemplo, terá áreas de lazer como piscina, salão de festas, espaço gourmet, playground e bicicletário, além de espaços destinados a comércio.




