Rio de Janeiro

Campo Grande vai ganhar mega-condomínio popular com mais de seis mil moradias

Construtora aposta em bairro planejado com potencial para receber até 24 mil moradores e VGV superior a R$ 1 bilhão

Atenta ao avanço populacional de Campo Grande, hoje o bairro mais populoso do Rio e um dos maiores em extensão territorial do país, a MRV anda apostando todas as fichas em um mega-projeto residencial de grande escala na região. Trata-se de mais um empreendimento do modelo Cidade Sete Sóis, bairro planejado que a empresa vem lançando em outros estados e que agora chega à capital fluminense. A construtora prevê, em um terreno recém adquirido nas imediações da estação Benjamim do Monte, cerca de seis mil unidades habitacionais ao longo da próxima década.

A iniciativa, que segue uma tendência do mercado de levar projetos mais estruturados para áreas fora do eixo tradicional da cidade, vem sendo implantado na área de aproximadamente 378 mil metros quadrados. O complexo, que já tem suas obras iniciadas desde o ano passado, tem potencial para receber até 24 mil moradores. O primeiro condomínio, o Residencial Bálsamo, foi lançado em 2025 e já tem a maior parte das unidades comercializada. Em março, a MRV iniciou a construção do segundo empreendimento, batizado de Ipê Amarelo.

Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em mais de R$ 1 bilhão, o empreendimento se enquadra nas faixas 1 e 2 do Minha Casa, Minha Vida (MCMV) e está planejado com 16 condomínios.

Projeto da MRV — Foto: Divulgação

Modelo de bairro aberto

O Cidade Sete Sóis adota o conceito de bairro aberto, com integração ao entorno e desenvolvimento por fases, modelo comum em projetos desse porte. A proposta é combinar moradia com infraestrutura urbana, incluindo áreas verdes, espaços públicos e oferta de serviços, em um processo que se estende ao longo dos anos e vai sendo ajustado conforme a ocupação avança.

O projeto, segundo a construtora, também incorpora elementos associados às chamadas cidades inteligentes, com foco em mobilidade, sustentabilidade e organização do espaço urbano. Um dos eixos é o conceito de “cidade de 15 minutos”, que prevê acesso a comércio, lazer e serviços essenciais em deslocamentos curtos, reduzindo a dependência de longos trajetos diários.

Além das unidades residenciais, o empreendimento inclui uma estrutura interna de apoio ao cotidiano. O Ipê Amarelo, por exemplo, terá áreas de lazer como piscina, salão de festas, espaço gourmet, playground e bicicletário, além de espaços destinados a comércio.

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