
As diligências começaram em 2025, após denúncias de conselhos profissionais que identificaram a apresentação de diplomas falsificados atribuídos a instituições brasileiras. Durante as apurações, foi constatado que o grupo criava sites que simulavam ambientes oficiais de universidades, com o intuito promover autenticidade aos certificados.
Além disso, foram encontrados indícios de emissão de diplomas por uma suposta instituição estrangeira, especialmente em cursos de pós-graduação, sem qualquer comprovação de reconhecimento pelos órgãos educacionais competentes. Os criminosos alegavam que os títulos poderiam ser utilizados no Brasil sem necessidade de revalidação, o que não é permitido pela legislação.
Segundo a Polícia Federal, quatro pessoas foram identificadas como integrantes do esquema, com funções bem definidas, entre elas, captação de clientes, gestão financeira e apresentação institucional da entidade fictícia.
Os investigados poderão responder por crimes como falsificação de documento público, uso de documento falso, estelionato, organização criminosa e exercício irregular de profissão.




