
Também é feita a distribuição do cordão de girassol oficial, que identifica pessoas com deficiências ocultas — sendo válido apenas o item entregue no local.
O presidente da SPTuris, Marcelo Salles, falou à CBN sobre a importância das medidas.
“Como é que você consegue trazer um evento para a cidade? Você tem que ter vários incentivos e esse é um deles. Esse é um patrimônio do município que pode ser utilizado, então você consegue trazer esses grandes eventos. Foi uma estratégia da prefeitura, mas ele é precificado. Então, eu entendo como uma forma muito importante para trazermos mais eventos e mais oportunidades paras as pessoas acompanharem os artistas”, disse.
O professor de inglês Nico Luciel Suaki, autista com nível 1 de suporte e com TDAH, visitou o espaço e avaliou a iniciativa como um avanço. Segundo ele, embora ainda não haja acessibilidade total — especialmente para pessoas com níveis mais altos de suporte —, a criação de áreas dedicadas já representa um passo importante.
“Você acolhe não somente os autistas, mas quem tem síndrome de pânico e também a questão da audiodescrição para as pessoas cegas. Então, essa é uma inovação muito importante”, falou.
Além disso, o festival oferece tradução simultânea dos shows em Língua Brasileira de Sinais (Libras), audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão e mapa tátil do autódromo.
Há ainda empréstimo de cadeiras de rodas e do kit Livre, equipamento que facilita a locomoção com um propulsor elétrico acoplado à cadeira, entre outras ações detalhadas no site e nas redes do evento.




