Polícia

Presa por injúria racial, argentina afirma estar “morrendo de medo”

Influenciadora responde a processo no Rio e teve prisão decretada por risco de fuga

Por Eduarda Soares

 

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez afirmou viver um momento de medo e desespero após a Justiça determinar sua prisão preventiva por injúria racial. A manifestação foi feita por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.

Na gravação, Agostina diz estar abalada com a decisão judicial e pede que sua situação ganhe visibilidade. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, afirmou. Ela também solicitou que não seja tratada “como exemplo” e declarou precisar de ajuda.

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez afirmou viver um momento de medo e desespero após a Justiça determinar sua prisão preventiva por injúria racial. A manifestação foi feita por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.

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Na gravação, Agostina diz estar abalada com a decisão judicial e pede que sua situação ganhe visibilidade. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, afirmou. Ela também solicitou que não seja tratada “como exemplo” e declarou precisar de ajuda.

O que motivou a decisão da Justiça?

A prisão preventiva foi decretada após a 37ª Vara Criminal aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo a decisão, a medida se baseia no risco de fuga e no entendimento de que houve repetição de condutas, mesmo após alertas de que os atos poderiam configurar crime no Brasil.

A advogada e influenciadora argentina Agostina Páez afirmou viver um momento de medo e desespero após a Justiça determinar sua prisão preventiva por injúria racial. A manifestação foi feita por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.

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Na gravação, Agostina diz estar abalada com a decisão judicial e pede que sua situação ganhe visibilidade. “Estou desesperada, morrendo de medo, e faço este vídeo para que a situação que estou vivendo ganhe repercussão”, afirmou. Ela também solicitou que não seja tratada “como exemplo” e declarou precisar de ajuda.

Até a última atualização desta reportagem, não havia confirmação de que a argentina tivesse sido presa ou se apresentado espontaneamente às autoridades.

O que motivou a decisão da Justiça?

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A prisão preventiva foi decretada após a 37ª Vara Criminal aceitar a denúncia apresentada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro. Segundo a decisão, a medida se baseia no risco de fuga e no entendimento de que houve repetição de condutas, mesmo após alertas de que os atos poderiam configurar crime no Brasil.

Um vídeo com os gestos circulou nas redes sociais e impulsionou a investigação conduzida pela Polícia Civil. Agostina nega as acusações e sustenta que o comportamento teria sido uma “brincadeira” voltada a amigas que estavam com ela.

O que diz a argentina e sua defesa?

No vídeo divulgado, Agostina afirmou que evita comentar diretamente os fatos. “Sobre os fatos, não posso falar; só espero que tudo se esclareça e se resolva como deve ser”, declarou. Ela também afirmou temer sofrer novas violações de direitos ao se expor publicamente. “Tenho medo de ser prejudicada ao fazer este vídeo, de que meus direitos sejam ainda mais violados”, disse.

Apesar da decretação da prisão preventiva, a Justiça já havia determinado o uso de tornozeleira eletrônica. Segundo a argentina, ela está à disposição das autoridades. “Recebi uma notificação de que há um mandado de prisão preventiva contra mim por risco de fuga, sendo que estou com tornozeleira eletrônica e estou à disposição da Justiça”, afirmou.

O advogado Sebastian Robles declarou ao g1 que a cliente cumprirá todas as determinações judiciais. “É claro que ela cumprirá todas as medidas determinadas pelo sistema judiciário, como vem fazendo desde o início”, disse.

Fonte https://www.tupi.fm/rio/presa-por-injuria-racial-argentina-afirma-estar-morrendo-de-medo/

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