
“Até o momento, o fluxo migratório segue o mesmo na região. O Ministério da Saúde reafirma o papel do SUS como referência internacional ao garantir assistência médica integral a todas as pessoas em solo nacional. Para imigrantes em cidades de fronteira, esse direito é assegurado, independentemente do status migratório ou nacionalidade”, escreveu a pasta, em nota.
No comunicado, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou ainda que a equipe enviada possui “vasta experiência” em tragédias e que, caso necessário, os integrantes da Força Nacional do SUS vão montar hospitais de campanha e expandir estruturas existentes com o objetivo de reduzir os impactos no sistema público de saúde brasileiro.
Padilha reforçou que o governo está à disposição da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) para o caso de ajuda humanitária, já que o principal centro de distribuição da cidade de La Guaira, na Venezuela, foi destruído pelo ataque norte-americano.
*Estagiária sob a supervisão de Andreia Castro




