
Além de Argentina e Paraguai, estiveram representados no palco países como Arábia Saudita, Armênia, Azerbaijão, Bahrein, Bulgária, Catar, Cazaquistão, Emirados Árabes Unidos, Hungria, Indonésia, Jordânia, Kosovo, Marrocos, Mongólia, Paquistão, Turquia e Uzbequistão. O Brasil também foi convidado, mas ainda não respondeu se vai integrar a iniciativa.
“Estamos aqui diante de uma grande oportunidade. Vai acontecer. Terminar décadas de sofrimentos, de guerra, e uma paz gloriosa para a região. Para o mundo. Eu chamo o mundo de região. E teremos paz no mundo, e será um grande legado para todos nós”, afirmou o presidente americano.
O Conselho de Paz terá composição permanente e um custo estimado de US$ 1 bilhão. Trump será o presidente da nova organização — função que disse assumir com “grande honra” — e contará com a participação de outros líderes mundiais.
A criação do conselho foi apresentada como uma das principais iniciativas diplomáticas do governo americano e marcou um dos momentos de maior destaque da participação de Trump no encontro em Davos. Durante o discurso, o presidente também sinalizou a retomada de contatos entre Washington e Teerã. “O Irã quer conversar, e nós conversaremos”, declarou, atribuindo a si os ataques realizados no ano passado contra instalações nucleares iranianas.




