

A Operação Galho Fraco integra uma série de ações da Polícia Federal que têm mirado supostos desvios relacionados a cotas parlamentares e emendas, tema que tem gerado atenção pública e repercussão política nos últimos meses. A apuração segue em andamento, com a PF coletando documentos, dados digitais e outros materiais que possam colaborar com a profundidade investigativa dos fatos.
O que dizem os alvos da PF
Em vídeo publicado após a deflagração da Operação Galho Fraco, o deputado Carlos Jordy afirmou estar sendo vítima de perseguição política e classificou a ação como “covarde” e “intimidatória”. Segundo ele, a diligência ocorreu no dia do aniversário da filha, o que, de acordo com o parlamentar, se repetiria em outras investigações envolvendo sua família.
O deputado negou irregularidades e disse que a apuração envolve suspeitas de desvio de recursos da cota parlamentar por meio de contratos de locação de veículos, prática que, segundo ele, adotaria desde o início do primeiro mandato. Ele também contestou a suspeita de que a empresa contratada seria de fachada e afirmou que a investigação representa uma “pesca probatória”.
A reportagem do Correio ligou e enviou mensagem para o Whatsapp do deputado Sóstenes Cavalcante, mas não obteve retorno. De acordo com a CNN, o aparelho foi apreendido. O espaço segue aberto para a manifestação do parlamentar.
A Polícia Federal informou que a Operação Galho Fraco apura supostos desvios de recursos públicos, mas não divulgou os nomes dos investigados nem detalhes da investigação, que segue sob sigilo.




