O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), Rodrigo Bacellar, foi transferido neste sábado (4) para a Penitenciária Federal de Brasília, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Antes da transferência, Bacellar, que estava preso no Bangu 8, passou pela Superintendência da Polícia Federal, onde foi cumprido um novo mandado de prisão preventiva.
Ele é investigado na nova fase da Operação Unha e Carne, que apura o suposto vazamento de informações sobre operações policiais para integrantes do Comando Vermelho. Nesta etapa, a Polícia Federal cumpriu 14 mandados de busca e apreensão no Rio de Janeiro e em São João de Meriti.
A operação também teve como alvos o pastor Márcio Poncio e o contraventor Adilson Coutinho, o Adilsinho. As investigações apuram possíveis ligações entre agentes públicos e a contravenção, além de um suposto esquema de lavagem de dinheiro. O STF determinou o bloqueio de bens e valores de até R$ 22 milhões.
As defesas de Rodrigo Bacellar, Adilsinho e Marco Antônio Cabral negam qualquer envolvimento nos crimes investigados.





