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Prefeitura realiza leilão de materiais inservíveis no dia 8 de julho

A Prefeitura Municipal realizará no próximo dia 8 de julho um leilão online de materiais inservíveis — itens que não têm mais utilidade para uso público, mas que ainda podem ser reaproveitados como peças, carcaças ou matéria-prima. A ação faz parte de um trabalho minucioso que vem sendo desenvolvido há quatro anos e meio pela Secretaria Municipal de Patrimônio. O resultado do levantamento foi apresentado nesta quarta-feira (18), durante reunião da Comissão de Leilão da Prefeitura.

 

Reunião da Secretaria de Patrimônio e a Comissão de Leilão da Prefeitura. Macaé/RJ.
Ao todo, sete lotes serão leiloados, somando cerca de 800 toneladas de materiais, que atualmente estão armazenados no Depósito Público, localizado no Barreto e em um galpão no Miramar. O leilão, como destaca o secretário de Patrimônio, Sebastião Carneiro, busca dar destinação correta e transparente aos bens inservíveis.

“Com o leilão, a gente vai transformar o que não era mais útil em verba e essa verba será revertida na aquisição de novos bens para atendimento das demandas de todo o município. Essa ação é fundamental e que há 18 anos não era realizada, dando uma nova destinação a inúmeros itens considerados irrecuperáveis”, explicou Sebastião.

Todo o valor arrecadado será devidamente registrado e posteriormente apresentado no relatório final encaminhado ao Tribunal de Contas, como forma de garantir a fiscalização e a transparência do processo.

A reunião contou com a participação de representantes setores integrantes da Comissão: Vitor Guilherme Balbi (Procuradoria Geral), Juliana Ribeiro Tavares (Controladoria Geral), Bruna Lança Pinheiro Pereira (Secretaria de Fazenda) e Helaine Goudard (Patrimônio).

“É um trabalho muito necessário, é interessante que a gente tenha dado esse avanço que trará contribuições não apenas no atendimento aos munícipes, como também no bem-estar dos servidores. A Procuradoria do Município está à disposição para que a gente continue contribuindo em iniciativas como essa”, concluiu Vitor Guilherme Balbi.

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