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Polícia Civil prende mais dois narcoterroristas envolvidos em ataque a delegacia

Até o momento, 38 criminosos foram capturados

Policiais civis da 60ª DP (Campos Elíseos) prenderam, na quarta-feira (26), dois narcoterroristas que participaram diretamente do ataque à unidade, ocorrido há 12 dias. A dupla foi detida durante diligências nas comunidades Vai Quem Quer e Rua 7, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A ação é parte da Força-Tarefa da Polícia Civil para investigar e capturar os envolvidos na empreitada criminosa. Ao todo, já são 38 presos, quatro fuzis aprendidos e cinco criminosos neutralizados.

Um dos presos exerce o papel de segurança da localidade Boca da Paz e o outro é um dos nomes mais antigos da organização criminosa do Vai Quem Quer. Contra ambos, foram cumpridos mandados de prisão pelo ataque à 60ª DP. Este último também possuía outros dois mandados pendentes por ocultação do corpo de um traficante da comunidade, em 2016.

A ação também contou agentes do Departamento-Geral de Polícia da Baixada (DGPB), do Departamento-Geral de Polícia do Interior (DGPI) e da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core).

Prisão do chefe do tráfico do Parque das Missões

Na terça-feira (25/02), policiais civis da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE), da Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis (DRFA) e da Delegacia Antissequestro (DAS) prenderam o chefe do tráfico de drogas da comunidade Parque das Missões, em Duque de Caxias. Ele é considerado braço direito de “Fernandinho Beira-Mar”, um dos líderes da facção criminosa Comando Vermelho, responsável pelo ataque recente à 60ª DP.

Entre os 38 presos estão outras lideranças de comunidades daquela região, dominadas pela mesma organização criminosa, incluindo o gerente do tráfico da Mangueirinha.

Durante as ações de inteligência realizadas, a Força-Tarefa da Polícia Civil localizou e demoliu um imóvel de luxo pertencente ao narcoterrorista que comandou o ataque, Joab da Conceição Silva. A casa, ainda em construção, já era utilizada por ele e seus comparsas. Os agentes também estouraram um depósito de bebidas suspeito de envolvimento no esquema de lavagem de dinheiro, que ajudava a financiar as atividades criminosas e a vida de ostentação dos integrantes da facção e de seus familiares.

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