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A família fez um registro de ocorrência on-line no dia seguinte ao sumiço, e a Delegacia de Descoberta de Paradeiros (DDPA) assumiu as investigações do caso. Em seguida, parentes iniciaram buscas no Instituto Médico Legal do Centro do Rio e de Duque de Caixas. E fizeram uma peregrinação por hospitais como como Getúlio Vargas, na Penha, Salgado Filho, no Méier, Ronaldo Gazola, em Acari, Souza Aguiar, no Centro, Adão Pereira Nunes, no Jardim Primavera (Caixas) e o da Posse, em Nova Iguaçu.
Jonathan mora em Costa Barros com a companheira, Angélica Pereira, com quem tem um filho de 7 anos.
— A primeira vez que ele foi encontrar o amigo foi no dia 17 de novembro. O amigo, então, pediu que ele voltasse no outro dia. Depois disso, nunca mais voltou — relata Angélica, de 39 anos. — Estão sendo dias difíceis, de muito sofrimento e uma procura sem fim. Meu filho pergunta muito, mas eu falo que o pai esta viajando.
Jonathan tem mais dois filhos de outro relacionamento e estava desempregado. Há dois meses, foi demitido de um emprego como repositor de mercadorias.




