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Pacientes são transferidos, mas Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos continua com interdições

Obras devem terminar em até 30 dias e 10 leitos de UPG e 33 enfermarias só voltam a funcionar após este período

Após sofrer interdição da Defesa Civil por conta dos problemas causados pelas chuvas, o Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos continua sem receber internações, mas os atendimentos de urgência, emergência e ambulatório funcionam normalmente.

O Hospital suspendeu o atendimento em 10 leitos de UPG e 33 leitos de enfermaria, que só voltam a funcionar depois do término das obras, previsto para até 30 dias. As demais unidades de Saúde do município estão suprindo a demanda até que a situação seja normalizada. Com isso, as cirurgias eletivas do Hospital Municipal São José Operário foram suspensas para que a unidade tenha leitos para acolher os pacientes transferidos.

Nesta tarde de quarta-feira (2), a Secretaria de Saúde finalizou o processo de vagas para acolher os 38 pacientes transferidos do segundo andar do Hospital Municipal Otime, já que a ala foi interditada. Os pacientes foram transferidos para as seguintes unidades:

– Hospital Municipal da Mulher: 12 pacientes
– Hospital Professor Universitário Reitor Hésio Cordeiro: 4 pacientes
– Hospital Municipal São José Operário: 9 pacientes
– Hospital Santa Izabel: 3 pacientes
– Lar da Cidinha (leito para idosos): 3 pacientes
– Além disso, 5 pacientes tiveram alta hospitalar

Na madrugada desta quarta-feira (2), fortes chuvas atingiram a estrutura do Hospital Municipal Otime Cardoso dos Santos, especialmente o segundo pavimento, que está passando por uma obra de reforma e impermeabilização do telhado, uma intervenção essencial, iniciada para corrigir problemas antigos deixados por gestões anteriores.

Mais da metade da cobertura já foi completamente reformada e impermeabilizada. A parte da obra ainda em execução foi a área atingida pela chuva, o que provocou infiltrações na rede elétrica e danos em enfermarias 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8 e 9, além do desabamento de gesso na sala dos médicos. A Defesa Civil interditou o segundo andar da unidade como medida de segurança.

O prefeito Dr. Serginho e a secretária de Saúde, Beatriz Trindade, chegaram no hospital às 4h da manhã e acompanharam de perto toda a movimentação.

“Infelizmente o problema é antigo, crônico, e só será resolvido com a conclusão da obra, que está em andamento e está sendo acelerada. Mas todos os pacientes foram transferidos em segurança, o que reafirma o nosso compromisso em estar presente, agir rápido e cuidar do nosso povo”, concluiu o prefeito Dr. Serginho.

A secretária de Saúde também lamentou o ocorrido e reforçou que as obras em andamento são fundamentais para corrigir anos de abandono.

“Estamos trabalhando sem parar e o prefeito Dr. Serginho quer garantir uma estrutura digna para todos, pacientes e profissionais da saúde. As obras causam problemas e transtornos hoje, mas futuramente, vão mudar o cenário da nossa saúde”, declarou Beatriz Trindade.

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