
Com apenas 20 anos lançou, ao lado de Milton Nascimento, o antológico álbum duplo Clube da Esquina (1972), que misturava MPB, rock, jazz e sons regionais, e é considerado um dos maiores discos da história da música brasileira. No mesmo ano, estreou em carreira solo com o disco Lô Borges, que ficou conhecido como o “disco do tênis” por sua icônica capa fotografada por Cafi.
Autor de sucesso como Um Girassol da Cor do Seu Cabelo, O Trem Azul, Paisagem da Janela e Tudo Que Você Podia Ser, o compositor teve suas canções interpretadas por nomes como Elis Regina, Tom Jobim, Caetano Veloso, Nando Reis, Samuel Rosa e Milton Nascimento.
Mesmo após mais de cinco décadas de carreira, Lô mantinha uma produção intensa, lançando, desde 2019, um álbum autoral por ano. O mais recente, Céu de Giz, foi criado em parceria com Zeca Baleiro e publicado em agosto deste ano.
Em 2023, o artista foi indicado ao Grammy Latino na categoria “Melhor Álbum de Rock ou Música Alternativa em Língua Portuguesa”, pelo disco Não Me Espere na Estação.
Em junho deste ano, o cantor fez uma apresentação surpresa e gratuita na esquina das ruas de Paraisópolis e Divinópolis, no bairro Santa Tereza, em Belo Horizonte, o mesmo cruzamento onde nasceu o movimento Clube da Esquina.
Com cerca de 500 mil ouvintes mensais no Spotify, suas canções seguem entre as mais ouvidas da MPB. O artista deixa o filho Luca Borges, de 27 anos.




