
Segundo a juíza Renata Guarino, pesaram contra a organizada episódios recentes de tumultos, pichações, vandalismo, danos à estação da Supervia, invasões à linha férrea, torcedores sem ingresso tentando acessar o Maracanã e relatos de ambulantes roubados no setor Norte do estádio.
A medida acontece menos de dois meses após a volta da organizada aos jogos, em 31 de julho, depois de cinco anos de afastamento. Desde então, houve registros de confusões na concentração e agressões em um bar em Copacabana. Além disso, integrantes da Torcida Jovem são investigados pela morte de um torcedor vascaíno em meio a uma briga.
Em nota, o advogado da agremiação, Clhysthom Thayllon, disse que a decisão comprova a perseguição que a torcida sofre historicamente. Ele afirmou que a organizada cumpriu todas as exigências do TAC e colaborou com o Batalhão Especial de Policiamento em Estádios (Bepe) para identificar responsáveis por atos de violência.




