
A declaração foi feita durante a sessão que discute se a sucessão no estado deve ocorrer por eleição direta ou indireta. O caso voltou ao plenário nesta quinta, mas acabou interrompido depois que o ministro Flávio Dino pediu vista para analisar melhor o processo. Segundo a cobertura da BandNews FM, Dino argumentou que prefere aguardar a publicação do acórdão do TSE sobre a condenação do ex-governador Cláudio Castro antes de concluir seu voto.
Mesmo com o pedido de vista, o ministro André Mendonça decidiu antecipar sua posição e votou pela eleição indireta. Até a suspensão do julgamento, o placar seguia indefinido entre as correntes abertas por Cristiano Zanin, que defendeu a eleição direta, e Luiz Fux, que votou pela escolha indireta.
A fala de Gilmar Mendes elevou a temperatura de uma sessão que já vinha marcada por atritos entre ministros e por críticas ao cenário político fluminense.
O pano de fundo é a crise aberta após a saída de Cláudio Castro do governo e a disputa jurídica sobre quem deve escolher o nome que ficará no cargo até o fim deste ano. Enquanto o Supremo não conclui o julgamento, o comando do estado segue com o presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto de Castro.
Com informações d´O Globo
Nota da Alerj
A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro não reconhece qualquer relação com a contravenção penal, bem como de qualquer investigação neste sentido relacionada à atual legislatura. A Alerj reitera que atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense.
Assessoria de Comunicação Social da Alerj




