
Quatro dos 20 trens comprados estão no pátio de Deodoro, destinado aos vagões que não estão sendo utilizados. Os “coreanos” estão parados e deteriorados, como mostram as imagens obtidas pela reportagem do DIÁRIO DO RIO.

Em 2020, a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes Aquaviários, Ferroviários, Metroviários e Rodoviários do Estado do Rio de Janeiro (AGETRANSP) abriu um processo para investigar o não uso dos trens.
A reportagem do DIÁRIO DO RIO fez contato com a AGETRANSP para saber se há alguma atualização, mas não teve resposta.
A SuperVia também foi questionada para esclarecer por que os trens não estão funcionando, se existe algum projeto de recuperação para que esses veículos possam ser utilizados pela população fluminense e o que está sendo feito para manter os vagões conservados, mesmo parados no pátio de Deodoro. Nenhuma resposta foi enviada.






