

Também fazem parte do mesmo plano de obras as regiões de Antofagasta e Tarapacá, onde fica Colchane, passagem fronteiriça com a Bolívia que se tornou o principal ponto de entrada de migrantes irregulares.
Segundo dados oficiais, no Chile, com 20 milhões de habitantes, vivem cerca de 337 mil migrantes irregulares, em sua maioria venezuelanos.

Segundo o ministro do Interior, Claudio Alvarado, as “barreiras físicas” terão uma extensão aproximada de cerca de 500 km. O “Escudo fronteiriço”, prometido por Kast meses atrás, também inclui o envio de mais militares para a região e outros meios tecnológicos de monitoramento.

Kast, de 60 anos, afirmou nesta segunda-feira que nos últimos anos “o Chile foi vulnerado pela imigração ilegal, pelo narcotráfico e pelo crime organizado”. As entradas irregulares, no entanto, registraram uma “queda contínua” a partir do pico observado em 2021, de acordo com o Serviço Nacional de Migrações.

Em 2025, foi registrada uma queda de 10,2% em relação ao ano anterior, com um total de 26.275 denúncias de entradas por passagens não autorizadas, segundo o número oficial.
Com informações da AFP. Fotos Patricio Banda (AFP)




