
Prefeito Haroldinho Jesus anuncia mobilização para trazer de volta União da Força, Labareda e Viracopos ao cenário cultural do município
Após o sucesso do Carnaval 2026, que marcou o retorno da festa às ruas do Centro, Coroa Grande, Ilha da Madeira e Chaperó, o prefeito Haroldinho Jesus anunciou, em live na última sexta-feira (20), o início do planejamento para resgatar as escolas de samba históricas de Itaguaí.
A proposta é reconstruir, com organização e antecedência, a participação de agremiações que marcaram época na cidade, como União da Força, Labareda e Viracopos. A Secretaria de Eventos iniciará diálogo com antigos presidentes e representantes para estruturar um novo formato de desfile, possivelmente em modelo de blocos, já pensando no Carnaval 2027.
Durante a transmissão, o prefeito destacou que o objetivo é preservar a memória cultural do município e valorizar personagens que fizeram parte da história do carnaval itaguaiense.
“Tudo precisa ser planejado com antecedência. Queremos resgatar a história e preparar algo ainda maior para o próximo ano”, afirmou.

Haroldinho reforçou que o carnaval vai além da festa: trata-se de memória afetiva, identidade e pertencimento. Segundo ele, a iniciativa busca devolver à população o orgulho das tradições locais e reacender o espírito do verdadeiro Carnaval Raiz de Itaguaí.
O secretário de Eventos, Milton Valviesse, destacou que a secretaria ouvirá representantes das antigas agremiações para construir o retorno das escolas com responsabilidade e organização. “Queremos fortalecer a cultura local e valorizar a história do nosso carnaval, garantindo que esse resgate aconteça de forma estruturada e respeitando a tradição da cidade”, afirmou.
O Carnaval de Itaguaí é reconhecido há décadas como uma das expressões mais marcantes da cultura popular do município. Desde meados do século passado, blocos de rua, escolas de samba e desfiles comunitários movimentavam bairros e praças, reunindo famílias e consolidando uma tradição que atravessou gerações. O resgate dessas agremiações representa, portanto, não apenas a retomada de uma festa, mas a preservação de um patrimônio afetivo que faz parte da identidade histórica da cidade.




