
A informação foi confirmada pelo deputado estadual Vitor Júnior (PDT). Segundo ele, o partido pretende solicitar que Douglas Ruas deixe o cargo e que uma nova eleição seja realizada, desta vez com voto secreto.
O questionamento do partido está diretamente ligado ao modelo de votação adotado. Antes da sessão, o diretório estadual do PDT chegou a recorrer à Justiça do Rio de Janeiro para tentar suspender a eleição com voto aberto, mas o pedido foi negado.
A reação política já havia se manifestado durante a própria votação. Deputados do PDT integraram o grupo de parlamentares que optaram por boicotar a sessão. Ao todo, cerca de 25 deputados participaram da obstrução, deixando o plenário em protesto.
Mesmo assim, houve quórum suficiente para a realização da eleição. Douglas Ruas foi eleito com 44 votos favoráveis e uma abstenção, consolidando-se como candidato único após a retirada de Vitor Júnior da disputa.
A judicialização do processo reforça o cenário de instabilidade institucional na Alerj, que já vinha sendo marcado por disputas políticas e decisões judiciais nos últimos dias. A análise do caso pelo STF deve definir os próximos passos sobre a validade da eleição e o comando do Legislativo fluminense.
Com informações do Tempo Real




