
O policial civil e o guarda municipal foram denunciados por violar o sigilo funcional. Conforme a investigação, eles teriam acessado o sistema Infoseg para levantar informações sobre empresas e pessoas consideradas rivais comerciais de Glaidson.
Além da quebra de sigilo, o policial civil também responde por corrupção passiva. Já o empresário teria investido recursos próprios no esquema e atuado ativamente na captação de novos investidores para a organização.
Servidores públicos afastados de suas funções
Como desdobramento da denúncia, a decisão judicial determinou o afastamento temporário do policial civil e do guarda municipal de suas respectivas funções, enquanto o processo avança.
Glaidson Acácio dos Santos já foi condenado nesse mesmo caso. Em outubro de 2025, ele recebeu uma pena de 19 anos e dois meses de prisão pelos crimes de organização criminosa e corrupção ativa.
O empresário liderava uma estrutura criminal ligada à empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que operava na Região dos Lagos. O grupo ficou conhecido por praticar atos violentos contra concorrentes, além de crimes como corrupção e ameaças.
Fonte https://www.tupi.fm/rio/esquema-do-farao-dos-bitcoins-mprj-denuncia-policial-guarda-e-empresario/




