
Durante o período da tarde, aconteceu a negociação entre representantes dos sindicatos de ambas categorias com Renato Cony, subsecretário de promoção, atenção primária e vigilância em saúde do município do Rio. Representantes das organizações sociais também participaram.
De acordo com fontes ouvidas pela reportagem do DIÁRIO DO RIO, as negociações não avançaram como o esperado pelos trabalhadores. Nesta quarta-feira (11/02), vai acontecer a assembleia dos médicos para decidir a continuação ou não da paralisação.
Nesta terça, aproximadamente 150 profissionais das clínicas da família se reuniram em frente à sede administrativa da Prefeitura com o objetivo de solicitar uma negociação quanto ao reajuste salarial, o pagamento dos valores devidos por alcance de metas e melhorias de condições de trabalho.
Entre as reivindicações estão, ainda, um protocolo de atenção à violência contra o profissional, melhoria da quantidade de pacientes distribuídos para cada equipe de saúde da família, redução do trabalho burocrático, e outras.
Na última segunda-feira (02/02), teve início a paralisação dos enfermeiros, que durou dois dias, com manutenção de 70% do efetivo em atividade. Também na segunda, os médicos iniciaram uma greve de nove dias, mantendo 50% do quantitativo habitual até o dia 11 de fevereiro.




