
A Polícia Civil do Estado de São Paulo realizou, no dia 21 de janeiro de 2026, o cumprimento de mandado de prisão temporária e mandado de busca e apreensão em um apartamento localizado no centro de Bertioga/SP, por determinação judicial.
A comunicação inicial do crime foi realizada por meio do Instituto Nacional de Combate à Violência Familiar (INCVF), após o recebimento de informações e conteúdos audiovisuais que indicariam a possível prática de crimes envolvendo adolescentes.
A formalização da notícia-crime junto à autoridade policial foi efetuada pelo Presidente Nacional do INCVF, Dr. Jeanderson Kozlowsky, pelo Presidente do INCVF da Capital Paulista, Dr. Cleiton Sá, pela Presidente do INCVF do Litoral Paulista, Cristiane Palhuca, em conjunto com a Presidente da Pasta da Mulher do INCVF da Costa do Sol do Rio de Janeiro e jornalista Lia Mendes, que atuaram de forma coordenada para assegurar o imediato acionamento das autoridades competentes.
Diante da gravidade do material apresentado, o Instituto requereu formalmente à autoridade policial a adoção de medidas urgentes, incluindo a busca e apreensão de equipamentos eletrônicos e a prisão do investigado, a fim de preservar provas e garantir a proteção integral de crianças e adolescentes.
Durante o cumprimento dos mandatos judiciais, foi detido um homem de 50 anos, cadeirante, e no interior do imóvel foram encontradas duas adolescentes, de 12 e 14 anos, que receberam imediato acompanhamento do Conselho Tutelar, com comunicação aos pais e adoção das medidas protetivas previstas em lei.
Foram apreendidos telefones celulares e notebooks, devidamente lacrados e encaminhados para perícia técnica, com o objetivo de subsidiar as investigações em curso.
Em procedimentos próprios, uma das adolescentes relatou ter mantido relação sexual com o investigado quando ainda tinha 13 anos. A outra informou que houve tentativa de aproximação, recusada por ela. Os relatos foram formalizados em procedimento apartado para apuração específica.

Divulgação
O custodiado foi encaminhado para avaliação médica e permanece à disposição da Justiça. As investigações seguem sob responsabilidade da Polícia Civil.
As autoridades e o Instituto Nacional de Combate à Violência Familiar reforçam o compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes, o respeito ao devido processo legal e à presunção de inocência, destacando que todos os fatos serão apurados com rigor técnico.
Assessoria de Comunicação
Instituto Nacional de Combate à Violência Familiar




