
O som do icônico jogo de videogame Mario Bros – sucesso no Brasil nos anos 90 – ecoou em Assunção, capital do Paraguai. Isto porque foi com o figurino inspirado no encanador – e embalado pela música-tema – que a seleção brasileira de ginástica artística conquistou resultados relevantes, coroando o ano com ouro no Pan Júnior, além de outras medalhas. Agora, com o fim deste ciclo, fica a pergunta: O que o futuro reserva para as ginastas?
A modalidade está nos holofotes nacionais pelo fato de o Rio de Janeiro receber, neste mês, o Mundial. Além disso, houve os resultados históricos recentes, como o vice no Mundial Júnior de Sofia, na Bulgária, em junho, além do também inédito ouro do país no conjunto geral da etapa de Portimão, da Copa do Mundo adulta.
No Pan Júnior, as ginastas ganharam ouro nos aros – com a coreografia Mario Bros – e bronze nas maças. O quinteto foi formado por: Andriely Cichovicz (14 anos), Amanda Manente (13 anos), Alice Medeiros (14 anos), Maria Luiza Albuquerque (13 anos) e Júlia Colere (14 anos). Sarah Mourão (15 anos), no individual, conquistou duas pratas (fita e bola) e dois bronzes (geral e maças).
Com o fim da disputa em Assunção, as atletas retornam ao Brasil e aguardam as próximas convocações para a seleção. Em termos de competição, pela frente há o Campeonato Brasileiro, Jogos da Juventude e o Sul-Americano, que vai ser na Argentina. Algumas seguem na categoria juvenil, enquanto outras podem ascender para a adulta.
Por Elias Roma Neto — Assunção – https://ge.globo.com/jogos-pan-americanos/noticia/2025/08/16/ginastica-ritmica-do-brasil-encerra-fase-mario-bros-com-conquistas-na-base-e-sob-expectativa.ghtml
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