
O estudo teve como objetivo mapear e catalogar as espécies de maracujá (gênero Passiflora) presentes nas unidades de conservação de Maricá. Durante a pesquisa, Maria Beatriz encontrou novas variedades de maracujá com características únicas, como diferentes cores, formas de folhas e flores que nunca haviam sido descritas na região. Agora, a APA de Maricá é o lugar com maior diversidade desse tipo de planta na cidade.

Entre as espécies recém-descobertas, destaca-se a Passiflora racemosa, que é exclusiva do estado do Rio de Janeiro. Também foram identificadas as espécies P. mucronata, P. pentagona e P. silvestris, que só existem dentro da APA de Maricá. A P. setacea, P. mediterranea e P. Passiflora suberosa subsp. litoralis também tiveram significativos registros, tornando a área ainda mais especial.
Para o Inea, o apoio a pesquisas acadêmicas é fundamental para expandir o conhecimento sobre as áreas de proteção ambiental.
— Apoiar e facilitar estudos como esse faz parte dos nossos compromissos. A ciência é uma aliada essencial na gestão ambiental e na tomada de decisões para preservar nossos ecossistemas — afirma o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Bernardo Rossi. A APA de Maricá é um importante refúgio para a biodiversidade do estado, abrigando áreas de Restinga e Mata Atlântica em sua extensão de 969,61 hectares.
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