DestaquePolícia

PF combate o tráfico de criança para adoção ilegal no Rio

A Polícia Federal (PF) deflagrou na sexta-feira (11), a operação Kinder para reprimir o tráfico internacional de pessoa para adoção ilegal. A ação cumpre mandado de busca e apreensão, expedido pela 4ª Vara Federal Criminal do Rio de Janeiro, em uma residência no bairro de Anchieta, zona norte da capital fluminense, onde mora a mãe de uma criança recém-nascida traficada.

As investigações começaram no dia 24 de agosto de 2020 e, segundo a PF, indicaram “associação de esforços entre os participantes do esquema criminoso para viabilizar o registro ideologicamente falso de criança recém-nascida, de forma a constar como pai biológico um cidadão angolano, com cidadania portuguesa mas residente na Alemanha”. A PF informou que também foi possível comprovar que a criança deixou o Brasil no dia 11 de fevereiro, quando foi levada para a Alemanha.

Agora, por meio da Cooperação Jurídica Internacional, os policiais federais vão levar o resultado das investigações às autoridades alemães.  Os suspeitos responderão pelo crime previsto no artigo 149 -A, IV, § 1º, I e IV do Código Penal, cuja pena máxima pode chegar a 8 anos de reclusão, aumentada de 1/3 até a metade.

Investigação mira envolvido em distribuição de imagens pornográficas de menores

A Polícia Federal realizou na quarta-feira (09) a Operação Thumbring, com o cumprimento de 04 mandados de busca e apreensão, nos municípios de Niterói, Itaboraí e Saquarema, todos no Estado do Rio de Janeiro.

A investigação é oriunda de força tarefa policial internacional, que logrou êxito em identificar brasileiro suspeito de abuso sexual envolvendo menor de idade, em fotos e vídeos disseminados pela DeepWeb em sites especializados nesse tipo de conteúdo.

Os mandados foram expedidos pela 2ª Vara Federal Criminal de Itaboraí/RJ, e o suspeito responderá perante à Justiça Federal pelos crimes de estupro de vulnerável majorado, produção de conteúdo pornográfico envolvendo criança, bem como pela divulgação e armazenamento deste conteúdo, com pena máxima de mais de 50 (cinquenta) anos de reclusão.

Artigos relacionados

Botão Voltar ao topo