Desdobramento da Lava Jato no Rio denuncia “clube do pregão internacional”

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O Ministério Público Federal (MPF) ofereceu denúncia contra 23 pessoas em decorrência das operações Fatura Exposta e Ressonância, da Lava Jato Fluminense, que investigam corrupção e fraude de licitação na Saúde do Estado do Rio, em especial o Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into).

Na nova fase, o Ministério Público Federal se debruça sobre grandes multinacionais fornecedoras de material hospitalar, envolvidas em fraudes em licitação e formação de cartel. No início de julho, foram 20 presos na operação Ressonância. Delatores dão conta de que havia um “clube do pregão internacional” e que as fraudes prosperaram entre 1996 e 2007.

São investigadas 37 empresas e os crimes de formação de cartel, corrupção, fraude em licitações, organização criminosa e lavagem de dinheiro. Segundo a PF, havia interesse de multinacionais em manter a direção do Into, em volta do qual criou-se o cartel para direcionar os vencedores e os valores a serem pagos nos contratos de fornecimento do Instituto.

Em outro processo, Côrtes e a mulher viraram réus por corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. O juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal, do Rio de Janeiro, aceitou, na tarde de terça-feira (7), a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) contra o ex-secretário de Saúde do Rio de Janeiro, Sérgio Côrtes e sua mulher, Verônica Vianna. Eles vão responder por crimes de corrupção ativa, passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas.

 

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