Hospital Ferreira Machado implanta Programa de Segurança do Paciente

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O Hospital Ferreira Machado (HFM) em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, divulgou na terça-feira (3) que está implantando o Programa de Segurança do Paciente.

Segundo a direção do hospital, que é a maior unidade de urgência e emergência do interior do Rio, o programa consiste em mudanças no fluxo de entrada e permanência de pacientes na unidade, nas regras para acompanhantes, e na área de classificação de risco.

De acordo com o superintendente do HFM, Pedro Ernesto Simão, com as novas medidas implantadas o fluxo de pessoas dentro do hospital tende a reduzir, melhorando o atendimento e recuperação dos pacientes.

“Com o Programa de Segurança do Paciente, nosso primeiro passo foi melhorar a questão da origem e identificação do paciente que chega até nós. Para isso, estamos frisando a importância da apresentação de um documento oficial com foto que possa identificar a pessoa. Isso é um respaldo para o hospital e também para o paciente”, destacou.

Além disso, a direção do HFM divulgou que tem aplicado a legislação que permite acompanhante no Pronto Socorro apenas para idosos, crianças e adolescentes com até 18 anos, e pessoas com deficiência.

“Já tivemos caso aqui de um paciente com cinco acompanhantes e isso acaba atrapalhando o bom atendimento e recuperação do paciente”, comentou.

Sobre a questão de classificação de risco e triagem médica, o superintendente explicou que todos os casos de urgência e emergência são considerados pacientes de espera zero. No entanto, a medida visa reforçar que o HFM é um hospital para atendimentos de urgência e emergência.

“O Ferreira Machado é um hospital de emergência com referência em trauma. Então, um acidentado que chega ou um baleado, ou alguma pessoa que esteja sofrendo uma parada cardiorrespiratória será atendida de imediato. A classificação de risco funcionará para aquelas pessoas que, por exemplo, não se enquadram em situações como de um acidente ou algum outro tipo de trauma grave. A classificação de risco irá avaliar e identificar os pacientes que necessitam de atendimento prioritário e em alguns casos de menor gravidade a pessoa pode ser orientada a buscar atendimento em uma Unidade Pré-Hospitalar”, explicou.

 

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