Após violência na final da Sul-Americana, Fla corta plano de sócio para organizadas

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O Flamengo anunciou uma medida drástica para combater a violência envolvendo eventos de futebol. Após ver a final da Copa Sul-Americana, contra o Independiente, da Argentina, se transformar em palco de guerra do lado de fora do Maracanã, o clube decidiu acabar com o plano de sócio-torcedor coorporativo, que abrigava basicamente torcidas organizadas.

Em nota oficial, a diretoria justificou o ato por considerar que houve violação ao termo de ajustamento de conduta do Ministério Público do Rio de Janeiro (MP-RJ) e também aos termos de serviço do contrato com o clube. No plano corporativo, integrantes das organizadas cadastradas pagavam o valor de R$ 10 mensais para ter descontos e prioridade quando abertas as vendas de ingressos.

Outra medida que o Flamengo pode assumir por precaução é parar de jogar no Maracanã. Em entrevista ao “Fantástico”, o CEO do Rubro-Negro, Fred Luz, não descartou a possibilidade se admitirem, junto com o estado, a incapacidade de impedir a violência em evento de grande porte. O clube conta ainda com a Ilha do Urubu, na Ilha do Governador, para mandar seus jogos.

– Se o Flamengo não se sentir em condições para que esses jogos sejam realizados aqui, a gente vai ter que humildemente admitir a incapacidade nossa, do estado, do município, de não conseguir fazer o evento aqui. E pedir pra transferir para algum outro lugar – afirmou.

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